quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Um conto de Natal


As aulas já devem ter terminado e as provas também.
Todos iniciam as férias e se preparam para as festas comemorativas do Natal e do Ano Novo.
Que tal ler um conto sobre o Natal?
Leia este conto de Mário de Andrade, escritor brasileiro do Modernismo, no início do século XX.
O conto é narrado em primeira pessoa e fala da ideia de um rapaz para alegrar o Natal de sua família, 
entristecida com a perda recente do pai.
Começa assim:
O Peru de Natal
Mário de Andrade


O nosso primeiro Natal de família, depois da morte de meu pai acontecida cinco meses antes, foi de conseqüências decisivas para a felicidade familiar. Nós sempre fôramos familiarmente felizes, nesse sentido muito abstrato da felicidade: gente honesta, sem crimes, lar sem brigas internas nem graves dificuldades econômicas. (...)

Leia o resto aqui:
http://www.releituras.com/marioandrade_natal.asp

Tenham todos um Feliz Natal! Que sejam momentos de muita alegria saudável em família! Procurem sentir-se felizes tornando as outras pessoas também mais felizes! 




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Quincas Borba

Vamos lembrar o  romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, grande escritor do Realismo. Nesse romance, encontramos uma biografia escrita pelo narrador - Brás Cubas - após a morte, em que narra seus amores secretos com Virgília e algumas outras recordações da vida. Entre as personagens mencionadas nessas recordações está o Quincas Borba,  amigo de Brás desde a  época da escola.
Num outro romance, Quincas Borba será a a personagem título. Mas vamos aqui neste post recordar a personagem como aparece em Memórias Póstumas.
No capítulo XIII de Memórias Póstumas de Brás Cubas,  surge Quincas Borba junto com as recordações da escola:

"Uma flor, o Quincas Borba. Nunca em minha infância, nunca em toda 
a minha vida, achei um menino mais gracioso, inventivo e travesso. 
Era a flor, e não já da escola, senão de toda a cidade. A mãe, viúva, 
com alguma coisa de seu, adorava o filho e trazia-o amimado, 
asseado, enfeitado, com um vistoso pajem atrás, um pajem que nos 
deixava gazear a escola, ir caçar ninhos de pássaros, ou perseguir 
lagartixas nos morros do Livramento e da Conceição, ou 
simplesmente arruar, à toa, como dois peraltas sem emprego. E de 
imperador! Era um gosto ver o Quincas Borba fazer de imperador nas 
festas do Espírito Santo. De resto, nos nossos jogos pueris, ele 
escolhia sempre um papel de rei, ministro, general, uma supremacia, 
qualquer que fosse. Tinha garbo o traquinas, e gravidade, certa 
magnificência nas atitudes, nos meneios."

Quincas Borba está aí descrito como o menino, com um pajem a "cuidá-lo", pajem que permitia que faltasse à escola, menino que aprecia brincar de rei, ministro, general.
Mais tarde no mesmo livro, no capítulo XIX, aparece Quincas Borba como mendigo, sem ter o que vestir e comer e ainda ladrão, pois furta o relógio de Brás Cubas no capítulo XX. Porém a sorte sorri para a personagem, que mais tarde, depois de receber uma herança de um velho tio em Barbacena, devolve um relógio no lugar do que subtraíra em uma carta na qual menciona também a filosofia que criara - o Humanitismo.
Humanitas, para Quincas, é o princípio que faz com que o mesmo homem esteja presente em todos os homens.
Ao contemplar a briga entre dois cães, Quincas vê sua própria filosofia concretizada:

"Fez-me observar a beleza do espetáculo, relembrou o objeto da luta, concluiu que os cães tinham fome; mas a privação do alimento era nada para os efeitos gerais da 
filosofia. Nem deixou de recordar que em algumas partes do globo o 
espetáculo mais é grandioso: as criaturas humanas é que disputam 
aos cães os ossos e outros manjares menos apetecíveis; luta que se 
complica muito, porque entra em ação a inteligência do homem, com 
todo o acúmulo de sagacidade que lhe deram os séculos, etc."

Como dissera poucos minutos antes da briga de cães o Quincas Borba:
"Vida é luta. Vida sem luta é um mar morto no centro do organismo 
universal." 

Quincas Borba é dado como louco por um médico que vem examinar Brás Cubas pouco tempo depois, o que nos faz recordar da fixação em reis e imperadores do menino da época de escola.

Alguns críticos veem na filosofia do Humanitismo uma crítica a teorias surgidas no século XIX, como o evolucionismo. O Humanitismo de Quincas
cita uma evolução, embora não muito clara:

"Humanitas, dizia ele, o princípio das coisas, não é outro senão o 
mesmo homem repartido por todos os homens. Conta três fases 
Humanitas: a estática, anterior a toda a criação; a expansiva, 
começo das coisas; a dispersiva, aparecimento do homem; e contará 
mais uma, a contrativa, absorção do homem e das coisas. A 
expansão, iniciando o universo, sugeriu a Humanitas o desejo de o 
gozar, e daí a dispersão, que não é mais do que a multiplicação 
personificada da substância original."

Outros críticos acreditam que Machado reuniu no Humanitismo alguns princípios em que acreditava.
O certo é que essa figura misteriosa que reúne o mendigo, o poeta e o louco é uma das mais inquietantes personagens criadas pelo grande autor realista.

  



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Mestre

Amanhã transcorre o Dia do Professor.
Vou apresentar aqui uma frase do grande escritor João Guimarães Rosa, autor do livro Grande Sertão Veredas.

"Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende."
João Guimarães Rosa

Continuemos aprendendo, que a vida é uma eterna aprendizagem!

Lembrando, João Guimarães Rosa nasceu em 1908, em Cordisburgo, Minas Gerais, e morreu 1967, apenas três dias depois de tomar posse como membro da Academia Brasileira de Letras.
O livro "Grande Sertão Veredas" é escrito com uma grafia própria do escritor, diferente da ortografia oficial e mantida pela editora de seus livros.
É narrador no romance o sertanejo falando para um senhor da cidade que quer ouvir suas histórias. Conta sobre lutas, sobre mistérios, como o pacto com o diabo, sobre amor e morte, sobre a realidade.
É famosa a personagem Diadorim, uma mulher vestida como homem e que lutava como homem, pela qual se apaixona Riobaldo, o narrador, que no entanto não consuma seu amor por não saber que o objeto de seu amor era uma mulher, o que se revela apenas após sua morte.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Questões de Português em concursos

Passarei a comentar durante algumas semanas questões de Português em concursos. As de hoje são as seguintes:

(TJDF - Telefonista) Na oração "Roubaram-lhe todos os tostões", o termo em negrito tem a função de

A) predicativo do sujeito

B) objeto indireto.
C) adjunto adnominal.
D) objeto direto.
E) complemento nominal.

A resposta correta é C - adjunto adnominal. Por quê? Se substituirmos a pronome lhe por dele e modificarmos a ordem dos termos, obteremos: 
Roubaram todos os tostões dele
Dessa forma, é fácil concluir que dele tem a função sintática de adjunto adnominal do substantivo tostões.


(TCU - Ag. Administrativo) Considerando o período "O personagem toma um tiro, bate as botas e nada mais acontece.", assinale a opção correta.

A) O período é composto por coordenação, mas apenas uma oração é coordenada sindética.
B) "O personagem" é o sujeito das três orações.
C) O nível de linguagem é coloquial, culto.
D) Há apenas artigos definidos exercendo a função de adjuntos adnominais.
E) As três formas verbais são de predicação transitiva direta.

A resposta correta é A. O período é realmente composto por coordenação, isto é, não há nenhuma oração principal ou subordinada. Todas as orações têm o mesmo valor sintático. A diferença entre elas é que a última oração é ligada à anterior através da conjunção coordenativa aditiva e. Quando uma oração coordenada é ligada à anterior através de conjunção, é denominada sindética. Quando não há conjunção, é denominada assindética.


(STJ - Aux. Judiciário) Com relação às orações : "É culpa das autoridades que podem e que devem fazer algo,", pode-se afirmar que o sujeito

A) da segunda oração é o pronome que.
B) da terceira oração é indeterminado.
C) da primeira oração é a expressão culpa das autoridades.
D) da segunda oração está oculto.
E) da terceira oração é a primeira oração.

A resposta correta é A. O pronome relativo que, o qual tem como antecedente o substantivo "autoridades", é o sujeito da oração "que podem" (as autoridades podem). 


terça-feira, 10 de setembro de 2013

Resultado do teste

Aqui está o resultado do teste sobre as funções do pronome se:

Ligue as colunas para classificar o pronome se nos seguintes períodos:

1 - Pronome reflexivo, objeto direto.
2 - Pronome recíproco, objeto direto.
3 - Índice de indeterminação do sujeito, sem função sintática.
4 - Pronome apassivador, sem função sintática.
5 - Pronome reflexivo, objeto indireto.
6 - Pronome expletivo, sem função sintática.
7 - Pronome integrante do verbo pronominal, sem função sintática.



( 1 ) O menino machucou-se durante a aula. 
( 3Corre-se muito nas atividades daquela academia.
( 7 ) O idoso cansa-se facilmente.
( 4 ) Vendem-se uniformes no próprio centro de treinamento.
( 3 ) Vive-se bem quando se tem tranquilidade.
( 2 ) Os amigos abraçaram-se com um sorriso no rosto.
( 4 ) Não se veem amizades como as da infância.
( 7 ) Atreveu-se a ir à secretaria para saber do amigo.
( 5 ) Ofereceu-se (a si mesmo) um presente: um uniforme novíssimo.

Observe que cansar-se e atrever-se são verbos pronominais.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Funções do "se"

Além do pronome "que", a palavra "se" pode exercer muitas funções. Vejamos aqui as funções do "se".
O "se" pode ser um pronome reflexivo, na voz reflexiva, quando a ação do sujeito recai sobre ele próprio, como em

"Machucou-se".

Neste caso, o "se" exerce a função de objeto direto do verbo.

Com verbos transitivos diretos e indiretos, pode exercer a função de objeto indireto.

"Ele se ofereceu uma lembrança da viagem."

Neste caso, "uma lembrança da viagem" é o objeto direto e o "se", o objeto indireto.

Como pronome recíproco, quando a ação verbal é recíproca,em verbos como "abraçar-se", exerce a função de objeto direto.

"Abraçaram-se com entusiasmo."

Quando o verbo é pronominal, como em "admirar-se", o pronome é integrante do verbo e não tem função sintática.

Duas outras funções importantes são as de pronome apassivador e índice de indeterminação do sujeito. O "se" aparece como pronome apassivador (sem função sintática) quando temos uma voz passiva sintética.

"Alugam-se casas na praia." 

O período acima equivale a "São alugadas casas na praia".

Ocorre índice de indeterminação do sujeito em períodos como 

"Corre-se para adquirir condicionamento."

Neste caso, o sujeito é indeterminado e o verbo está na 3a. pessoa do singular. O verbo não deve ser também transitivo direto.

A última situação que vou listar é a do "se" como pronome expletivo ou de realce, utilizado apenas para reforçar o sentido da mensagem.

"Foi-se embora o tempo feliz da infância."

O sentido seria o mesmo se disséssemos "Foi embora o tempo feliz da infância."


Ligue as colunas para classificar o pronome "se" nos seguintes períodos:

1 - Pronome reflexivo, objeto direto.
2 - Pronome recíproco, objeto direto.
3 - Índice de indeterminação do sujeito, sem função sintática.
4 - Pronome apassivador, sem função sintática.
5 - Pronome reflexivo, objeto indireto.
6 - Pronome expletivo, sem função sintática.
7 - Pronome integrante do verbo pronominal, sem função sintática.




(   ) Corre-se muito nas atividades daquela academia.
(   ) O idoso cansa-se facilmente.
(   ) Vendem-se uniformes no próprio centro de treinamento.
(   ) Vive-se bem quando se tem tranquilidade.
(   ) Os amigos abraçaram-se com um sorriso no rosto.
(   ) Não se veem amizades como as da infância.
(   ) Atreveu-se a ir à secretaria para saber do amigo.
(   ) Ofereceu-se um presente: um uniforme novíssimo.

Apresentarei as respostas amanhã. Bom dia.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Resultado do teste sobre funções do pronome relativo "que"


Vejam o resultado do teste da postagem anterior.

Identifique as funções sintáticas do pronome relativo nos períodos seguintes.

1- Sujeito
2 - Adjunto adverbial
3 - Objeto direto
4 - Objeto indireto
5 - Complemento nominal
6 - Predicativo

( 5 ) O bairro de que a casa ficava longe era o Laranjal.
( 2 ) Laranjal era o bairro em que se localizava o hospital.
( 4 ) Nos lugares de que me recordo não havia muito trânsito.
( 1 ) O menino que nascia na cidade preferia estudar ali até o ensino médio.
(  3  ) Muitos saíam para estudar e regressavam à cidade que amavam.
( 3 ) O fato que te contei aconteceu nessa cidade.
( 6 ) O homem de princípios que ele é hoje nasceu naquele tempo.



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Funções do "que" pronome relativo





Nas orações subordinadas adjetivas, o que é morfologicamente um pronome relativo. Sintaticamente,neste caso, apresenta as seguintes funções:

Sujeito
O menino que se dedica aos estudos terá um futuro brilhante. 

Objeto direto
O menino que observei é um excelente estudante.
Neste caso o sujeito desinencial ou oculto é o pronome eu. A palavra que é objeto direto do verbo observei.

Objeto indireto
O menino a que me referi estuda nesta turma.
Neste caso o sujeito desinencial ou oculto é também o pronome eu. A palavra que é objeto direto do verbo referi, pois é precedido da preposição a.

Adjunto adnominal
O menino de que viste o trabalho é um excelente aluno. 
Neste caso o que é adjunto adnominal, o que pode ser melhor observado se modificarmos o período e substituirmos o que por menino.
Viste o trabalho do menino. O menino é um excelente aluno.

Complemento nominal
A cidade de que a escola é próxima é Braslândia.
Modificando o período é fácil verificar a função do que:
A escola é próxima de uma cidade. A cidade é Braslândia.

Adjunto adverbial
A cidade em que moro é Brasília.
Modificando o período: A cidade é Brasília. Moro na cidade.


Predicativo
O produto de qualidade que ele é deve-se ao cuidado do fabricante. 
Modificando: Ele é um produto de qualidade. A qualidade desse produto deve-se ao cuidado do fabricante.

Teste:

Identifique as funções sintáticas do pronome relativo nos períodos seguintes.

1- Sujeito
2 - Adjunto adverbial
3 - Objeto direto
4 - Objeto indireto
5 - Complemento nominal

(    ) O bairro de que a casa ficava longe era o Laranjal.
(    ) Laranjal era o bairro em que se localizava o hospital.
(    ) Nos lugares de que me recordo não havia muito trânsito.
(    ) O menino que nascia na cidade preferia estudar ali até o ensino médio.
(       ) Muitos saíam para estudar e regressavam à cidade que amavam.
(    ) O fato que te contei aconteceu nessa cidade.
(    ) O homem que ele é hoje nasceu naquele tempo.

Apresentarei o resultado no próximo post. 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Orações adverbiais reduzidas e resultado do teste

As orações adverbiais podem ser também reduzidas de gerúndio ou de infinito.
Por exemplo, posso dizer "Quando cheguei, encontrei a professora." Neste caso, tenho uma oração subordinada adverbial  temporal desenvolvida. Posso dizer também "Chegando, encontrei a professora." É também uma oração subordinada adverbial temporal, porém reduzida de gerúndio.
Gerúndio é esta forma verbal com a terminação "ndo", como em escrevendo, cantando, sorrindo.
A oração adverbial pode ser também reduzida de infinito. Posso dizer "Ao chegar, encontrei a professora."
Neste caso, temos uma oração adverbial temporal reduzida de infinito.

Veja agora a correção do teste de ontem:
Classifique as orações de acordo com a numeração seguinte:
1 - Subordinada adverbial causal.
2 - Subordinada adverbial temporal.
3 - Subordinada adverbial comparativa.
4 - Subordinada adverbial concessiva.
5 - Subordinada adverbial proporcional.
6 - Subordinada adverbial consecutiva.
7 - Subordinada adverbial final.
8 - Subordinada adverbial condicional.
9 - Subordinada adverbial conformativa.

( 3 ) Alice caminha mais rapidamente que Luísa.
( 4 ) Conquanto Luísa tenha saído mais cedo de casa, Alice chegou antes à escola.
( 8 ) Aprecio caminhar, se não for muito rápido.
( 9 ) Conforme dizem os médicos, a caminhada é um ótimo exercício.
( 1 ) Alice chegou antes porque caminha mais rapidamente.
( 2 ) Fico feliz quando o sol brilha e o céu está azul.
( 4 ) Ainda que o sol brilhasse naquela manhã, havia previsão de chuva.
( 5 ) À medida que a manhã avançava, o céu se tornava mais escuro.
( 6 ) Choveu tanto que as meninas precisaram telefonar para que a mãe as buscasse.
( 7 ) Os pais buscaram os filhos para que não ficassem doentes.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Orações adverbiais



Lembram-se das orações adverbiais? São aquelas orações subordinadas que têm a função de acrescentar circunstâncias de tempo, modo, lugar, consequência, causa e outras à oração principal.
Vejam alguns exemplos:
Paulo estudou tanto que dormiu em cima dos livros.
Oração subordinada adverbial consecutiva - circunstância de consequência.

A mãe ficou assustada  quando achou o menino adormecido.
Oração subordinada adverbial temporal - circunstância de tempo.

Conquanto ele tivesse estudado o dia todo, não conseguia lembrar-se do conteúdo na prova.
Oração subordinada adverbial concessiva - circunstância de concessão.

A mãe levou o menino ao médico porque estava estressado.
Oração subordinada adverbial causal - circunstância de causa.

No próximo bimestre Paulo estudaria mais regularmente do que tinha estudado no bimestre anterior.
Oração subordinada adverbial comparativa - circunstância de comparação.

De acordo com os médicos, o stress causa severos problemas ao organismo.
Oração subordinada adverbial conformativa - circunstância de conformidade.

Se estudarmos adequadamente, aprenderemos melhor o conteúdo.
Oração subordinada adverbial condicional - circunstância de condição.

À medida que o tempo passa, adquirimos mais experiência.
Oração subordinada adverbial proporcional - circunstância de proporção.

A mãe acompanha o crescimento dos filhos para que sejam saudáveis.
Oração subordinada adverbial final - circunstância de finalidade.

Classifique as orações de acordo com a numeração seguinte:
1 - Subordinada adverbial causal.
2 - Subordinada adverbial temporal.
3 - Subordinada adverbial comparativa.
4 - Subordinada adverbial concessiva.
5 - Subordinada adverbial proporcional.
6 - Subordinada adverbial consecutiva.
7 - Subordinada adverbial final.
8 - Subordinada adverbial condicional.
9 - Subordinada adverbial conformativa.

(    ) Alice caminha mais rapidamente que Luísa (caminha).
(    ) Conquanto Luísa tenha saído mais cedo de casa, Alice chegou antes à escola.
(    ) Aprecio caminhar, se não for muito rápido.
(    ) Conforme dizem os médicos, a caminhada é um ótimo exercício.
(    ) Alice chegou antes porque caminha mais rapidamente.
(    ) Fico feliz quando o sol brilha e o céu está azul.
(    ) Ainda que o sol brilhasse naquela manhã, havia previsão de chuva.
(    ) À medida que a manhã avançava, o céu se tornava mais escuro.
(    ) Choveu tanto que as meninas precisaram telefonar para que a mãe as buscasse.
(    ) Os pais buscaram os filhos para que não ficassem doentes.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Monossílabos e correção do teste

Monossílabos são palavras que possuem apenas uma sílaba, como eu, o, mim, pó, sé.
A classificação dos monossílabos quanto à tonicidade é em monossílabos átonos (sem tonicidade) e tônicos (com tonicidade). Falando numa linguagem simples, podemos dizer que os monossílabos átonos são pronunciados de uma forma mais fraca e os tônicos, de uma forma mais forte. 
Em Portugal, os monossílabos átonos têm as vogais quase não pronunciadas. Aqui no Brasil, isso não acontece.
Para que entendam, vou dar alguns exemplos de monossílabos tônicos e átonos.

São tônicos: mim, nós, vós, eu, tu, sim, ser, só, pá, ti, si, lá, sol, dá, pôr 
São átonos: me, te, se, nos, vos, lhe, lhes, o (pron. ou art.), a (pron. ou art.), da (combinação da preposição de com o artigo a), por (prep.), de

Atenção aos pronomes átonos, que sempre funcionam como complemento verbal.
Os monossílabos o e a exigem uma especial atenção, pois podem ser artigos ou pronomes, dependendo da oração.
Em "O menino veio à escola.", o monossílabo o é morfologicamente um artigo e sintaticamente funciona como adjunto adnominal.
Em "O professor o encontrou no cinema.", o monossílabo o tem a classificação morfológica de pronome pessoal oblíquo e sintaticamaente é um objeto direto do verbo encontrou.

Quanto à resposta do teste de ontem, aqui está:

Ligue as colunas, classificando as seguintes palavras de acordo com a sua acentuação tônica. Apresentarei a resposta amanhã.

(1) Oxítonas

(2) Paroxítonas
(3) Proparoxítonas

(2) amigo

(2) banco
(1) papai
(3) próximo
(1) mamãe
(2) caderno
(2) açúcar
(2) folha
(1) aqui
(1) cipó

Tenham um bom dia!

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Oxítonas, paroxítonas, proparoxítonas (revisão e teste)

Bom dia, leitores.
Vou recordar com vocês a classificação das palavras em língua portuguesa, de acordo com a acentuação tônica. 
Sabem que nem todas as palavras em Português são acentuadas, mas todas têm uma sílaba mais forte na pronúncia. Esta é a sílaba tônica.
Palavras com acentuação tônica na última sílaba são oxítonas, como capim.
Palavras com acentuação tônica na penúltima sílaba são paroxítonas, como mato. Observem que a maior parte das palavras em Português é paroxítona.
Palavras com acentuação tônica na antepenúltima sílaba são proparoxítonas, como pássaro. Todas as proparoxítonas são acentuadas.

Ligue as colunas, classificando as seguintes palavras de acordo com a sua acentuação tônica. Apresentarei a resposta amanhã.

(1) Oxítonas
(2) Paroxítonas
(3) Proparoxítonas

(  ) amigo
(  ) banco
(  ) papai
(  ) próximo
(  ) mamãe
(  ) caderno
(  ) açúcar
(  ) folha
(  ) aqui
(  ) cipó

Amanhã, além de apresentar a resposta, falarei também sobre os monossílabos, que são palavras com apenas uma sílaba.

Resultado do teste

Ontem, foi proposto um teste em que os leitores deveriam associar aos textos a numeração constante ao lado do período literário correspondente, como está na coluna abaixo:
1 - Barroco
2 - Arcadismo
3 - Romantismo
4 - Realismo
5 - Naturalismo
6 - Modernismo

Estou apresentando a resposta aqui:

( 2 ) "Prendamo-nos, Marília, em laço estreito,
          Gozemos do prazer de sãos amores,
           Sobre as nossas cabeças,
           Sem que o possam deter, o tempo corre:
           E para nós o tempo que se passa
           Também, Marília, morre."
                                          Tomás Antonio Gonzaga

O texto do autor Tomás Antonio Gonzaga, participante da Inconfidência Mineira, dedicado a sua musa Marília, lembra o princípio do "carpe diem" - aproveita o dia, aproveita o presente, próprio do Arcadismo.

( 1 ) "Ardor em coração firme nascido;
         Pranto por belos olhos derramado;
         Incêndio em mares de água disfarçado;
         Rio de neve em fogo convertido;"
                                          Gregório de Matos

O texto do autor Gregório de Matos, apresentando a figura de linguagem chamada paradoxo, em que há uma contradição, foi produzida durante o Barroco. Outra figura de linguagem muito utilizada no período é a antítese.

( 5 ) "E ela ria-se, ébria de satisfação, sem sentir as queimaduras e as feridas, vitoriosa no meio daquela orgia de fogo, com que ultimamente vivia a sonhar em segredo a sua alma extravagante de maluca. Ia atirar-se cá para fora, quando se ouviu estalar o madeiramento da casa incendiada, que abateu rapidamente, sepultando a louca num montão de brasas."
                                          Aluísio de Azevedo, "O cortiço"

O texto do autor Aluísio de Azevedo, apresentando a patologia da loucura, foi produzido durante o Naturalismo.

( 3 ) "D. Antonio aproximou-se de Peri e apertou-lhe a mão.
- O que eu te devo, Peri, não se paga; mas sei o que devo a mim mesmo. Tu voltas à tua tribo: apesar da tua coragem e esforço, pode a sorte da guerra não te ser favorável e caíres em poder de algum dos nossos. Este papel te salvará a vida e a liberdade; aceita-o em nome de tua senhora e no meu."
                                          José de Alencar, "O Guarani"

O texto do autor José de Alencar, do livro "O Guarani", em que o indígena brasileiro é uma personagem idealizada, foi produzido durante o Romantismo.
Chama-se indianismo a abordagem da temática do indígena brasileiro nesse período literário.

(6 ) "Beiramávamos em auto pelo espelho de aluguel arborizado das avenidas marinhas sem sol.
         Losangos tênues de ouro bandeiranacionalizavam o verde dos montes interiores.
         No outro lado azul da baía a Serra dos Órgãos serrava.
         Barcos. E o passado voltava na brisa de baforadas gostosas. Rolah ia e vinha derrapava entrava em túneis.
         Copacabana era um veludo arrepiado na luminosa noite varada pelas frestas da cidade."
                                         Oswald de Andrade, "Memórias sentimentais de João Miramar"

O texto do escritor Oswald de Andrade lembra a primeira fase do Modernismo. Podemos observar neologismos como "bandeiranacionalizavam" e "beiramávamos". É a tentativa de criação artísticas numa língua "brasileira".

( 4 ) " - Bem, irás entendendo aos poucos a minha filosofia; no dia em que a houveres penetrado inteiramente, ah! nesse dia terás o maior prazer da vida, porque não há vinho que embriague como a verdade. Crê-me, o Humanitismo é o remate das cousas; e eu que o formulei, sou o maior homem do mundo. Olha, vês como o meu bom Quincas Borba está olhando para mim? Não é ele, é Humanitas..."
                                          Machado de Assis, "Quincas Borba"

O texto do escritor Machado de Assis foi produzido durante o Realismo. No livro "Quincas Borba", a personagem título, um filósofo que possui um cão com o mesmo nome,  descreve  sua teoria filosófica - o humanitismo, que é uma crítica velada de Machado de Assis ao evolucionismo, teoria científica da época.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Teste sobre períodos literários

Machado de Assis, escritor

Bom dia! Estou transcrevendo alguns fragmentos de textos. A tarefa do teste sobre períodos literários consiste em associar os fragmentos com os períodos literários em que foram produzidos, de acordo com esta numeração.

1 - Barroco
2 - Arcadismo
3 - Romantismo
4 - Realismo
5 - Naturalismo
6 - Modernismo

(     ) "Prendamo-nos, Marília, em laço estreito,
          Gozemos do prazer de sãos amores,
           Sobre as nossas cabeças,
           Sem que o possam deter, o tempo core:
           E para nós o tempo que se passa
           Também, Marília, morre."
                                          Tomás Antonio Gonzaga

(    ) "Ardor em coração firme nascido;
         Pranto por belos olhos derramado;
         Incêndio em mares de água disfarçado;
         Rio de neve em fogo convertido;"
                                          Gregório de Matos

(    ) "E ela ria-se, ébria de satisfação, sem sentir as queimaduras e as feridas, vitoriosa no meio daquela orgia de fogo, com que ultimamente vivia a sonhar em segredo a sua alma extravagante de maluca. Ia atirar-se cá para fora, quando se ouviu estalar o madeiramento da casa incendiada, que abateu rapidamente, sepultando a louca num montão de brasas."
                                          Aluísio de Azevedo, "O cortiço"

(    ) "D. Antonio aproximou-se de Peri e apertou-lhe a mão.
- O que eu te devo, Peri, não se paga; mas sei o que devo a mim mesmo. Tu voltas à tua tribo: apesar da tua coragem e esforço, pode a sorte da guerra não te ser favorável e caíres em poder de algum dos nossos. Este papel te salvará a vida e a liberdade; aceita-o em nome de tua senhora e no meu."
                                          José de Alencar, "O Guarani"

(    ) "Beiramávamos em auto pelo espelho de aluguel arborizado das avenidas marinhas sem sol.
         Losangos tênues de ouro bandeiranacionalizavam o verde dos montes interiores.
         No outro lado azul da baía a Serra dos Órgãos serrava.
         Barcos. E o passado voltava na brisa de baforadas gostosas. Rolah ia e vinha derrapava entrava em túneis.
         Copacabana era um veludo arrepiado na luminosa noite varada pelas frestas da cidade."
                                         Oswald de Andrade, "Memórias sentimentais de João Miramar"

(    ) " - Bem, irás entendendo aos poucos a minha filosofia; no dia em que a houveres penetrado inteiramente, ah! nesse dia terás o maior prazer da vida, porque não há vinho que embriague como a verdade. Crê-me, o Humanitismo é o remate das cousas; e eu que o formulei, sou o maior homem do mundo. Olha, vês como o meu bom Quincas Borba está olhando para mim? Não é ele, é Humanitas..."
                                          Machado de Assis, "Quincas Borba"



Respostas amanhã! Até lá.

domingo, 18 de agosto de 2013

Características do Modernismo na literatura

Escritor Oswald de Andrade
Vamos observar aqui as características do Modernismo na sua primeira fase. Os autores buscavam, além de temas brasileiros, uma linguagem brasileira.
Eram utilizadas palavras de uso coloquial, muitos omitiam o uso de vírgulas, faziam parte dos textos também construções sintáticas brasileiras como a próclise no início do período, o que não é próprio da língua culta.
Assim está no poema de Oswald de Andrade:

pronominais

Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e  do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.

Oswald de Andrade também recria textos da Carta de Pero Vaz de Caminha, numa simbologia da recriação da literatura brasileira. Veja o poema As meninas da gare, do livro Pau-Brasil.

Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis
Com cabelos mui pretos pelas espáduas
E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas
Que de nós as muito bem olharmos
Não tínhamos nenhuma vergonha

Aqui Oswald refere-se evidentemente às prostitutas que circulavam na estação de trem, recriando o seguinte fragmento da Carta de Caminha:

(O escrivão relata o primeiro encontro com as índias.)

Ali andavam entre eles (os índios) três ou quatro moças, bem moças bem gentis, com cabelos muito pretos e compridos pelas espáduas, e suas vergonhas tão altas, tão saradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as muito bem olharmos, não tínhamos nenhuma vergonha.


Neste fragmento texto do livro Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, de  Mário de Andrade, observamos também o emprego de uma fala brasileira, diferenciada do nível culto da língua portuguesa:

                                                                Epílogo

Acabou-se a história e morreu a vitória. (...)
A tribo se acabara, a família virara sombras, a maloca ruíra minada pelas saúvas e Macunaíma subira pro céu (...) Só o papagaio conservava o silêncio as frases e os feitos do herói.
Tudo ele contou pro homem e depois abriu asa rumo de Lismo. E o homem sou eu, minha gente, e eu fiquei pra vos contar a história. Por isso que vim aqui. Me acocorei em riba destas folhas, catei meus carrapatos, ponteei na violinha e em toque rasgado botei a boca no mundo cantando na fala impura as frases e os casos de Macunaíma, herói de nossa gente.
Tem mais não.


No próximo post, vamos propor a você que identifique o período literário em que foram escritos alguns textos. Aguarde.





                          

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Pré-Modernismo, Modernismo, Semana de Arte Moderna

Teatro Municipal de São Paulo
No final do século XIX, como já vimos, a literatura brasileira passou da atitude romântica de idealizar as personagens para a atitude realista de criticar as personagens e a sociedade e até mesmo de apontar patologias das personagens e problemas determinados pelo meio ambiente, ao gosto das teorias científicas da época. 
Essas tendências seguiam ainda o modelo europeu, embora aplicadas em cenário brasileiro e a personagens brasileiras.
No início do século XX, a literatura passa a estudar com mais afinco os ambientes brasileiros e o interior do país e os subúrbios das cidades. Surgem romances sobre os subúrbios do Rio de Janeiro, com Lima Barreto, como em O triste fim de Policarpo Quaresma. Graça Aranha retrata o interior do Espírito Santo em Canaã.  Monteiro Lobato mostra nos contos de Urupês e Cidades Mortas o interior de São Paulo, apontando para um tipo brasileiro, o Jeca Tatu, o caboclo do interior, que parece preguiçoso mas que na realidade é doente. Euclides da Cunha denuncia a barbárie da campanha de Canudos em que o Arraial de Antonio Conselheiro foi destruído, num confronto desproporcional entre as forças do Exército e os recursos dos sertanejos. 
O Modernismo chega na década de 1920, iniciando-se oficialmente com a Semana de Arte Moderna. Artistas de todas as artes querem criar uma arte genuinamente brasileira. Foi no centenário da independência do Brasil entre 13 e 18 de fevereiro de 1922, no Teatro Municipal de São Paulo, que ocorreu a célebre Semana.
No saguão do teatro havia uma exposição de artes plásticas com obras de Anita Malfatti, Vicente do Rego Monteiro, Zina Aita, Di Cavalcanti, Brecheret e outros. Nas noites de 13, 15 e 17 de fevereiro realizaram-se saraus com a apresentação de conferências, leituras de poemas, espetáculos de dança e de música.
Na primeira noite, o escritor Graça Aranha apoiou a arte moderna em uma conferência tradicional.
Na segunda noite Menotti del Picchia  apresentou conferência defendendo a integração da poesia com a modenidade, a liberdade de criação e a criação de uma arte autenticamente brasileira. Quando foram lidos fragmentos de poema e de prosa, a plateia ora vaiou ora aplaudiu.
A Semana de Arte Moderna ganhou uma enorme importância histórica, pois representou a união de várias tendências que buscavam renovar a arte brasileira na época.
Falando sobre esse acontecimento na arte, Mário de Andrade, já em 1942, vinte anos mais tarde, afirmou:
"O Modernismo no Brasil foi uma ruptura, foi um abandono de princípios e de técnicas consequentes, foi uma revolta contra o que era a Inteligência nacional."

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Orações adjetivas e substantivas - resultado do teste

Foi proposto ontem o seguinte teste:

Identifiquem se as orações destacadas são substantivas ou adjetivas.

Desejo que tenham um ótimo Dia dos Pais!
O Giovanni, que é um ótimo aluno, mora com seu irmão mais velho.
Disse alguém que pai é aquele que viaja a nosso lado na vida e que nos orienta.
Há meninos que moram apenas com a mãe e irmãos.
Há mães que exercem o papel de pai e mãe.
O pai que teme a Deus é o sacerdote de seu lar.
Li na reflexão diária de hoje que Deus é nosso Pai celeste.


Vejam a resposta.

que tenham um ótimo Dia dos Pais - oração subordinada substantiva objetiva direta, tem a função de objeto direto do verbo "desejo".
que é um ótimo aluno - oração subordinada adjetiva explicativa, caracteriza o substantivo "Giovanni".
que pai é aquele - oração subordinada substantiva objetiva direta.
que moram apenas com a mãe e irmãos - oração subordinada adjetiva restritiva, restringe o substantivo "meninos".
que exercem o papel de pai e mãe - oração subordinada adjetiva restritiva, restringe o substantivo "mães".
que teme a Deus - oração subordinada adjetiva restritiva, restringe o substantivo "pai".
que Deus é nosso Pai celeste - oração subordinada substantiva objetiva direta, tem a função de objeto direto do verbo "li".

Uma dica: quando as orações adjetivas vêm entre vírgulas, elas caracterizam o substantivo a que se referem sem restringi-lo. São explicativas; quando não estão entre vírgulas elas restringem ou limitam a extensão do substantivo a que se referem. Neste último caso são restritivas.

domingo, 11 de agosto de 2013

Atividades sobre orações adjetivas e substantivas


Bom dia!
Lembram-se de que algumas orações exercem o papel de substantivos e outras, o papel de adjetivos?

Identifiquem se as orações destacadas são substantivas ou adjetivas.


Desejo que tenham um ótimo Dia dos Pais!
O Giovanni, que é um ótimo aluno, mora com seu irmão mais velho.
Disse alguém que pai é aquele que viaja a nosso lado na vida e que nos orienta.
Há meninos que moram apenas com a mãe e irmãos.
Há mães que exercem o papel de pai e mãe.
O pai que teme a Deus é o sacerdote de seu lar.
Li na reflexão diária de hoje que Deus é nosso Pai celeste.

Apresento as respostas mais tarde.

A propósito do "Dia dos pais", leiam o artigo que compartilhei em outro blog.


http://viver-celina.blogspot.com.br/2013/08/feliz-dia-dos-pais.html