quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Pontuação

Recebi um email com a seguinte história. Leiam e vejam a importância da pontuação. Leiam e tirem suas conclusões.

Quando não se usa pontuação...




Show da língua portuguesa!



'Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:



'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. '



Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.



1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.



2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:

Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.



3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.



4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:



Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.



Moral da história:

'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação.

E isso faz toda a diferença...

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Nova dica de leitura : "Irmãos Pretos"

Lembram que comentamos sobre trabalho infantil em nossas aulas?
Li recentemente o livro "Irmãos Pretos", de Hannes Binder/Lisa Tetzner, que é um romance ilustrado, com a técnica do scraping.
Conta a história de um adolescente que foi escravizado porque precisava conseguir dinheiro para o tratamento da mãe. Teve de ir sozinho até uma cidade longínqua, escapou de um naufrágio onde morreram vários meninos na mesma condição e enfim foi "adquirido" por um limpador de chaminés que passou a usá-lo para entrar no estreito tubo, de onde retirava a fuligem.
Encontrou outros meninos na mesma situação - os irmãos pretos, que se reuniam num esconderijo.
Após ficar doente, o médico que o tratou ajudou-o a superar todas as dificuldades.
A autora, Lisa Tetzner, nasceu na Alemanha em 1894 e foi contadora de histórias. escreveu vários livros infanto-juvenis na língua alemã. O ilustrador é Hannes Binder, nascido em 1947, e que estudou Belas-Artes em Zurique, na Suíça.
Retirei o livro na biblioteca da escola e o li em apenas uma tarde, pois fiquei imediatamente presa ao enredo. Aceitem a dica.