segunda-feira, 30 de maio de 2016

Catetinho - ontem e hoje



Estamos realizando na escola uma exposição sobre a visita ao Catetinho: "Catetinho - ontem e hoje", mostrando as fotos tomadas pelos alunos e professores no local.
Também compõe a exposição o texto de uma aluna - com o mesmo título.



Catetinho – ontem e hoje

                É um lugar muito bonito que esconde a vida e história da cidade, de muita importância para Brasília.
                O Catetinho foi a primeira obra na capital, construído em apenas dez dias e por dez homens – um recorde.
                Foi um presente para Juscelino Kubitschek de seus amigos.
                Foi construído longe do Plano Piloto por causa da água corrente que JK encontrou quando foi planejar Brasília.
                O Catetinho foi um dia a segunda sede do governo do presidente Juscelino e hoje é um belo museu histórico, mostrando o passado de Brasília e de seus idealizadores e sua importância na fundação da capital deste país.
                É um lugar alegre, onde podemos contemplar a água fresca na fonte ali localizada e ligada à escolha do local para a construção do palácio de tábuas. Imaginamos, ao saber de sua história,  a surpresa que Juscelino deve ter tido ao receber a primeira sede da nova capital do Brasil.
                Imaginamos as noites que seus operários e engenheiros devem ter tido no Catetinho, a diversão das conversas, a luz de candeeiros,  a satisfação desse povo guerreiro e honesto, povo que iniciou a história de nossa cidade, Brasília, a capital do Brasil.
                Hoje o Catetinho está lindo, muitas pessoas o visitam tiram fotos dos objetos históricos e ainda há um belo parque ecológico, onde as pessoas vão e se encanta com o que veem. Ali os estudantes visitam a construção histórica e passeiam no meio do bosque e levam muitas recordações.


                                                                                              Geovana Vitória – 8º ano A
               






quinta-feira, 26 de maio de 2016

Fotos da visita ao Catetinho

Observem algumas fotos de nossa visita ao Catetinho em 23.05.2016.













terça-feira, 24 de maio de 2016

Mágica

Esta minha historinha vai ser lida na Rádio SIM.
Inspirou-se na sala de aula.

Mágica
Pensando em usar poderes ocultos na sala de aula – levantar a sobrancelha e todos sentarem, levantar os braços, como o maestro, e emudecerem. A palavra “atenção” faria com que aprendessem imediatamente a lição passada em seguida. “Escrevam” teria o poder de transformar alunos em escritores.
E, se levantasse a sobrancelhas, levantasse os braços, dissesse “escrevam” e mostrasse com os dedos o número “sete” por duas vezes, as redações apareceriam automaticamente perfeitas e em setenta e sete palavras.




Se clicar no título, poderá ver a publicação no blog da escritora Margarida e achará o link para o áudio na Rádio SIM.

domingo, 22 de maio de 2016

Poema em grupo

Pedi que fosse publicado poema em grupo, trabalho de alguns alunos, partindo de versos de Mário Quintana, na preparação de nosso sarau literário. Aqui está a publicação:

Em cima do meu telhado
Existia uma canção
E com o passar do tempo
Se tornou uma paixão.
Em cima do meu telhado –
Não pude evitar –
A paixão foi morrendo
E eu tive de aceitar.
Agora, sem minha paixão,
Morrerei sem ninguém,
Cansado,
Sem sonhos.
Mas segue a viagem
E a vida também.
Felicidade levo nas malas
Junto com coragem
E esperança – cedo!
Amanhã será novo dia!
A vida é tão bela que chega a dar medo.
“Em cima do meu telhado” – Mário Quintana
“A vida é tão bela que chega a dar medo.” – Mário Quintana

Letícia Galvão, Anne, Lucas H., Lucas M., Diogo, Fabrício, Marcos Fontenele, 13 a 15 anos, 8º ano A, CEF 04 de Brasília
Desafio nº 35 – partindo de dois versos de autor
Se você clicar no título, poderá ler a publicação no blog Histórias em 77 palavras.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Olimpíada de Língua Portuguesa - Escrevendo o futuro




Participaremos da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.
Nessa Olimpíada, devemos cultivar aceso o fogo do cultivo da leitura e da escrita.


Nas antigas Olimpíadas, a chama olímpica se mantinha acesa diante do altar do deus Zeus durante toda a competição. Que a chama da esperança do acesso à leitura e à escrita não se apague. 

Vamos iniciar o trabalho. Os oitavos anos deverão escrever no gênero memórias literárias e os nonos anos, no gênero crônica.
Os textos serão construídos durante as oficinas apresentadas pelas professoras.


Vamos participar com entusiasmo!





Aqui a chama olímpica é carregada por um matemático, representando a cultura.




Chama olímpica, como foi transportada da Grécia para o Brasil.