quarta-feira, 20 de abril de 2011

Resultado da prova

Alguns alunos aguardam com ansiedade o gabarito da prova.
Veja:
Questões tipo A
1 - C
2 - E
3 - E
4 - C
5 - C
6 - E
7 - E
8 - E
9 - E
10 - C
11 - E
12 - E
13 - E
14 - E
15 - C
16 - E
17 - C
18 - C
19 - C
20 - E
21 - E
22 - E
23 - E
24 - C
25 - C
26 - E
27 - E
28 - C
29 - E
30 - E
31 - E
32 - C
33 - E
34 - E
35 - C
36 - E
37 - E
38 - C
39 - C
40 - E

Questões tipo B

1 - 056
2 - 021
3 - 022
4 - 026
5 - 030

Questões tipo C

1 - d
2 - b
3 - a
4 - a
5 - e
6 - c
7 - d
8 - b
9 - d
10 - b

Veja agora algumas questões de português:

Questões tipo A
1 - No texto 01, na palavra "vergonha", temos apenas um caso de dígrafo, e o mesmo ocorre com as palavras "sinto" e "mim". Certo, pois nh, in e im são os únicos dígrafos nas respectivas palavras em que ocorrem.

4 - No fragmento "Sinto vergonha de mim.../por ter sido educador de parte desse povo, por ter batalhado sempre pela justiça (...)/e por ver este povo já chamado varonil/enveredar pelo caminho da desonra.", no texto 1, é possível observar um contraste entre os princípios pelos quais o eu-lírico sempre lutou e a situação moral que observa na sociedade atual. (Eu-lírico=a voz que fala no poema)
Certo, pois o eu-lírico declara ter sempre lutado pela justiça e observa o povo enveredar pelo caminho da desonra, que tem conotações com injustiça, desonestidade, contrastando, portanto, com os princípios perseguidos.

5 - A referência em "este povo já chamado varonil" é exofórica, por remeter a dados não constantes no texto.
Certo, porque o referente é povo brasileiro, não mencionado explicitamente no texto.

Questões tipo C
2 - O cuidado especial com a forma da mensagem, demonstrado no uso de inversões, linguagem no sentido conotativo e rimas indica o predomínio da função de linguagem chamada:
b - poética.
Na função poética, há uso de todos os recursos mencionados.

4- A função de linguagem predominante na canção "Tocando em frente" é:
a - função emotiva.
A presença da primeira pessoa verbal denota que o emissor expressa seus sentimentos e seu posicionamento diante da vida.

Poderemos comentar outras questões, ou todas as de língua portuguesa, em sala de aula.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Entrada de blog e uma lâmpada quebrada

Estávamos estudando hoje sobre os gêneros textuais, que são inúmeros, como relatório, carta, artigo de jornal, email, editorial, e sobre os tipos textuais em que se enquadram os diversos gêneros.
Não costumo deixar alunos entrarem muito atrasados em sala, mas hoje resolvi permitir que alguns entrassem exatamente no início da aula, quando fazíamos a revisão de um outro conteúdo, antes de entrar no assunto atual dos estudos.
Foi então que a aula foi totalmente interrompida com a entrada de vários retardatários.
Mais tarde pedi que fizessem uma produção de texto no gênero entrada de blog ou artigo de blog. Vejam o que um dos retardatários escreveu:

Hoje, dia 06.04, aconteceu algo inusitado na aula de Português.
Quando o sinal tocou, fomos todos para a sala de Português. Alguns alunos foram direto para a sala e outros cinco ficaram lá fora. Quando entraram na sala, não havia mais cadeiras para sentarem e tivemos que ir buscar mais cadeiras para sentar.
Um dos alunos - "eu" - acertou a lâmpada da sala de aula, que espatifou-se no chão, assustando várias pessoas, que logo correram para o corredor.
Mas logo começaram a rir. Até a professora caiu na risada. O aluno teve que limpar tudo para a aula poder começar.

Na realidade, a aula já tinha começado, e recomeçou depois de a sala ter sido livrada dos estilhaços. Vou pensar um pouco antes de deixar cinco alunos entrarem atrasados da próxima vez que isso acontecer. Certo, Marcelo? E obrigada pelo texto que cedeu para o meu blog.


terça-feira, 5 de abril de 2011

Variantes de assalto

O texto de humor que segue foi veiculado na Internet no ano de 2003. Leia-o com atenção.


Assaltante nordestino
- Ei, bichim... Isso é um assalto... Arriba os braços e num bula nem faça muganga... Arrebola o dinheiro no mato e não faça pantim se não enfio a peixeira no teu bucho e boto teu fato pra fora! Perdão, meu Padim Ciço, mas é que eu to com uma fome da moléstia...

Assaltante mineiro
- Ô sô, prestenção... Isso é um assarto, uai... Levanta os braço e fica quetim quesse trem na minha mão ta cheio de bala.... Mio passá logo os trocado que eu num to bão hoje. Vai andando, uai! Ta esperando o quê, uai!!

Assaltante gaúcho
- O, guri, ficas atento... Bah, isso é um assalto... Levantas os braços e te aquietas, tchê! Não tentes nada e cuidado que esse facão corta uma barbaridade, tchê. Passa as pilas pra cá! E te manda a La cria, senão o quarenta e quatro fala.

Assaltante paulista
- Orra, meu... Isso é um assalto, meu... Alevanta os braços, meu... Passa a grana logo, meu... Mais rápido, meu, que eu ainda preciso pegar a bilheteria aberta pra comprar o ingresso do jogo do Corinthians, meu... Pô, se manda, meu...

Fonte: CEREJA, William Roberto e Thereza Cochar Magalhães. Português - Linguagens - 1ª série. Atual Editora, São Paulo, 2005.

O que vemos no texto são variantes regionais da língua portuguesa utilizadas em diferentes assaltos. Tomara que nunca nos deparemos com alguma dessas variantes ao vivo numa situação assim!